Compreender os talentos para anunciar o Evangelho
A primeira pregação da manhã de sábado (14) no XXX Congresso Nacional da RCC no dia 14 de julho foi realizada pelo presidente do Conselho Nacional da RCC, Marcos Volcan. Para O tema central “Ide e fazei discípulos” foi desenvolvido sob a luz da Parábola dos Talentos (Mt 25,14).
Volcan explicou que Jesus fala dos trabalhadores que receberam talentos de acordo com as suas capacidades. “Teve quem quis enterrar seu talento por causa do medo e, pelo medo, se perde tudo. Mas outros que receberam pouco souberam como agir e com o pouco houve multiplicações”, disse o coordenador.
Ele comentou também sobre o homem que recebeu apenas um talento. Provavelmente, ele não acreditava em si próprio e por isso enterrou o seu dom. Na sequência, Marcos questionou aos participantes “O que ele tinha a perder? Por que não se arriscar multiplicar os talentos?”. Com isso, ele explanou sobre a necessidade de descobrirmos novas capacidades para que nossos talentos possam ser multiplicados até o último momento de nossas vidas. E acrescenta: “Deus nos dá uma capacidade. Às vezes, olhamos os outros, achamos que não temos competência para fazer o que nos é confiado e ainda nos comparamos com a disposição e talento das pessoas”, ressalta. Para reafirmar ainda mais tal ideia, o pregador ressaltou o fato de que os dons dados por Deus a nós não nos serão tirados, entretanto é necessário ter sabedoria para usa-los em prol de todos : “precisamos ter ética no trabalho que Deus nos deu”, declarou.
A pregação seguiu direcionada pelo mandato evangélico de Jesus contido na passagem de Marcos 16,15, : “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. Relacionando a missão com a nossa relação com os talentos Marcos ponderou que frente às ordens de Deus devemos apenas obedecer e não ficarmos questionando se temos as capacidades que achamos necessárias para tal função, precisamos confiar que Deus nos capacitará: “Quando Deus manda cabe a nós simplesmente obedecer porque existem problemas que não são meus, mas de Deus. Esta é a obediência que gera a experiência de Pentecostes”, afirmou.
Para finalizar, motivou: “a fé cristã é o cimento da sociedade, quando tiramos o cimento, as paredes vão ruindo. Não precisamos fazer da nossa missão alog assombroso, mas temos que pregar o Evangelho e formar novos anunciadores”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário